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HISTÓRIAS TRANSFORMADORAS

Liliana Peixinho - jornalista





Como jornalista, ativista socioambiental, free lancer, criei e mantenho, por conta própria, sem renda certa, desempregada e com problemas financeiros e de saúde, diversas mídias socioambientais: MIDIA ORGÂNICA; Movimento AMA - Amigos do Meio Ambiente; REAJA - Rede de Ativismo em Jornalismo Ambiental; RAMA - Rede de Articulação e Mobilização em Comunicação Ambiental; Catadora de Sonhos; Dois perfis Liliana Peixinho, no Facebook, todos com produção de conteúdos jornalísticos diários, voltados para a pautas socioambientais em demandas históricas reprimidas. Sem receber nenhuma contrapartida financeira, em mais de 10 anos de desafios diários, de lugar, ou pessoa nenhuma, já que não somos pessoa jurídica de qualquer natureza, não temos CNPJ, não tem sido fácil, mais muito feliz pelos resultados alcançados no desempenho do nosso papel social. Fazemos, desde 1999, quando voltei da Alemanha, onde fui por conta própria, por duas vezes, conhecer instituições, Universidades, ONgs e ambientalistas, diversas ações práticas sobre consumo consciente. Voltei ao Brasil encantada para realizar, desde então, a campanha DESPERDICIO ZERO = LIXO ZERO = SANEAMENTO 10, premiada mundialmente pela Together TV, Londres- Inglaterra, com foco principal em ÁGUA, ALIMENTOS, ENERGIA e PAPEL, desde 1999. Entreguei, pessoalmente, por conta própria, em 2001 (fruto de uma indenização de acordo de trabalho no valor de 9 mil reais) na Unesco de Paris, o DOSSIÊ RIO SÃO FRANCISCO, para fortalecer o movimento nacional de jornalistas e ambientalistas, para tombamento do VELHO CHICO como Patrimonio Natural da Humanidade. Volei dura!, sem recurso financeiro, rss, mas cheia de sonhos para realizar no meu país. A Unesco me enviou, meses depois, no Brasil, um documento considerando o dossiê como " de grande relevância para os estudos sobre água no planeta". Atuante no jornalismo desde 1984. Facom- UFBa, dedico meus anos ao jornalismo social e acadêmico, com mais énfase, nos ultimos 20 anos, à valorização dos povos de territórios de identidade: indígenas, quilombolas, ribeirinhos, pescadores, marisqueiros, fundos de pastos, pequenos agricultores, artesãos, ciganos. Tenho alguns prêmios:1- Economia- 15 Anos do Polo Petroquímico de Camaçari- 1988; 2- Bahia: Suas Crianças e Adolescentes - O que Acontece (UNICEF), 1990 ; 3- Cultura- " CALDEIRÃO MUSICAL" (Banco do Brasil) - Abril 1999 - 4 -Jornalismo e Sustentabilidade (Premio HSBC de Jornalismo ), Mercado Ético - Série de 10 matérias "SECA SERTÃO ADENTRO" Novembro de 2013. Entre outros. Como jornalista ativista, sem crachá corporativo, pago o que não tenho para trabalhar, em campo minado, por um jornalismo livre, cidadão, sem espaços na grande midia: corporativa. Não tem sido fácil trabalhar, full time, com produção diária, para manter todos esses espaços, sem nenhuma contrapartida financeira até para pagar luz, internet e deslocamentos de viagens. A última matéria que fui premiada só conseguir voltar para a minha cidade de origem: Salvador, por ter ajuda de um colega jornalista do Mercado Etico, que, através de um contato telefônico de emergência diante do que eu narrara estar vendo sobre a seca, in loco, gostou da pauta, e resolveu me ajudar na gasolina para o retorno a Salvador de onde parti, sem pauta e encontrei, caminho adentro, subsídios para a matéria "SECA SERTÃO ADENTRO" - envolvendo estados como (Bahia, Sergipe, Alagoas e Pernambuco). Assim tem sido o jornalismo em campo minado. Trabalho quase suicida, sem retaguardas!

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