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Ecosfera

O crescimento demográfico e o aumento do consumo per capita têm devastado a biodiversidade. Diante dessa macrotransição, nos defrontamos com uma escolha definitiva para preservar a  vida na Terra: continuar  nos sustentando pelo consumo da natureza ou conviver em  harmonia com ela. Sinais de novos tempos passam a evidenciar que essa convivência não é só possível como também capaz de gerar felicidade, bem estar e abundância.   Nessa seção, entre em contato com esses sinais e mantenha acesa a chama de sua esperança.


Macrotransições | landshare

A iniciativa Landshare reúne pessoas que têm uma paixão pela comida caseira, conectando aqueles que têm terra para compartilhar com aqueles que precisam de terra para o cultivo de alimentos. Desde o seu lançamento através River Cottage, em 2009, tornou-se uma próspera comunidade de mais de 55.000 produtores, participantes e colaboradores.

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Ecosfera | Brasileira de 92 anos receberá o principal prêmio de agricultura orgânica mundial

A engenheira agrônoma Ana Primavesi, de 92 anos, luta pela saúde de nossos solos há 65 anos. Enquanto a maioria de nós nem existia, ela já se preocupava em que mundo deixaria de legado para a humanidade.

E como reconhecimento por todo seu esforço, ela será a primeira brasileira a receber o One World Award, o principal título de agricultura orgânica mundial.

O prêmio, conferido pela International Federation of Organic Agriculture Movements (Ifoam), honra ativistas que imapctaram positivamente a vida de produtores rurais, sobretudo os mais desfavorecidos, com seus trabalhos.

Mais que merecido, afinal, ela é uma das pioneiras do movimento orgânico no Brasil e, segundo os organizadores do prêmio, a austríaca naturalizada brasileira, impulsionou os movimentos agroecológicos não só no Brasil, como na América Latina, contribuindo para moldar um paradigma alternativo à agricultura industrial. por Ana Victorazzi (portal Plano Feminino)

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Ecosfera | Indiano ensina como plantar 300 árvores no espaço ocupado por 6 carros

Estima-se que essas florestas apresentam uma área com cem vezes mais biodiversidade e totalmente orgânica

Os problemas relacionados à qualidade do ar e à intensificação do efeito estufa tem preocupado cada vez mais. Causados, em sua grande maioria, pelas emissões de gases poluentes provenientes da queima de combustíveis fósseis esses impactos precisam ser mitigados para que gerações futuras possam aproveitar os recursos do planeta.

Neste contexto, muitas campanhas e ações de conscientização vêm sendo realizadas. Uma das mais recentes e impactantes trata da criação de florestas por meio de uma técnica japonesa que permite crescimento de árvores dez vezes mais rápido.

A ideia de disseminar o método para o mundo é de Shubhendu Sharma, engenheiro indiano que, durante um discurso no TED, revelou que aplicou o modelo em sua própria casa, plantando 300 árvores nativas muito próximas umas das outras. Em três anos, ele já tinha uma floresta no quintal. (portal Pensamento Verde)

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Ecosfera | Líquido e Incerto - o futuro dos recursos hídricos no Brasil

Com 12% a 16% da água doce disponível na Terra, o Brasil é um país rico nesse insumo que a natureza provê de graça à população e à economia. Cada habitante pode contar com mais de 43 mil m³ por ano dos mananciais, mas apenas 0,7% disso termina utilizado.

Nações como a Argélia e regiões como a Palestina, em contraste, usam quase a metade dos recursos hídricos disponíveis, e outras ainda, como a Arábia Saudita e os Emirados Árabes, precisam obtê-los por dessalinização de água do mar.

Só em aparência, contudo, é confortável a situação brasileira. Em primeiro lugar, há o problema da distribuição: o líquido é tanto mais abundante onde menor é a população e mais preservadas são as florestas, como na Amazônia. No litoral do país, assim como nas regiões Sudeste e Nordeste (onde se concentram 70% da população), muitos centros urbanos já enfrentam dificuldades de abastecimento –agravados por secas como as que se abateram sobre São Paulo, neste ano, e sobre o semiárido nordestino em 2012/13. (Folha de S. Paulo)

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Ecosfera | Brasil exporta cerca de 112 trilhões de litros de água doce por ano

Atuação no mercado de commodities coloca em pauta a exportação indireta de recursos hídricos

Contêineres saem diariamente de portos na costa brasileira abarrotados de carne bovina, soja, açúcar, café, entre outros produtos agrícolas exportados para o mundo. Mas dentro deles há um insumo invisível, cujo valor ultrapassa cálculos estritamente econômicos. Ao longo do ano, o Brasil envia ao Exterior cerca de 112 trilhões de litros de água doce, segundo dados da Unesco — o equivalente a quase 45 milhões de piscinas olímpicas ou mais de 17 mil lagoas do tamanho da Rodrigo de Freitas. Tantos litros são o total dos recursos hídricos necessários para produzir essas commodities. E colocam o país como o quarto maior exportador de “água virtual”, atrás apenas de Estados Unidos (314 trilhões litros/ano), China (143 trilhões litros/ano) e Índia (125 trilhões litros/ano). por Thais Lobo (portal O Globo)

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