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Midia Construtiva

A travessia pelas macrotransições requer a revisão dos valores que pautam a mídia e todos os sistemas de comunicação. Pelas iniciativas que já estão em andamento, assistimos a uma verdadeira revolução da mídia que envolve produtores de conteúdo, audiências mais críticas e indivíduos empoderados pelas ferramentas de geração e compartilhamento de opiniões e ideias. Imagens e mensagens públicas que alimentam a violência e a descrença passarão a se orientar pela edição do que é construtivo, positivo e regenerador



Midia Construtiva | Por que narrativas restauradoras são uma parte importante do cenário da mídia?

Durante vários meses, Imagens e Vozes de Esperança tem explorado o que chama de "narrativas restauradoras" - histórias que unem as comunidades, inspiraram  esperança, e revelam o pessoal no universal.

Esse tipo de narrativa não é nova, mas não foi dado um nome reconhecível, e não recebe a atenção que merece. Os termos "histórias de interesse humano" e "histórias de destaque" não captam plenamente a profundidade dessas narrativas e o impacto que elas têm. "Restauradora" -  que é definida pelo dicionário como "ter a capacidade de restaurar a saúde, a força, ou uma sensação de bem-estar " -  parece mais adequado.

As histórias publicadas na IVOH.org revelam como a mídia pode ter um impacto positivo na sociedade. Narrativas Restauradoras é uma parte dessa equação. Queremos destacar narrativas restauradoras, explicando o seu significado e impacto, e oferecendo insights para aqueles que querem experimentar esse tipo de narrativa.

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Midia Construtiva | A publicidade divorcia-se da mulher

Pesquisa revela: produzidos por homens ricos, anúncios brasileiros não enxergaram nova auto-estima feminina e estão tornando-se, além de preconceituosos, ineficazes…

Realizada pelo Data Popular e Instituto Patrícia Galvão, a pesquisa Representações das mulheres nas propagandas na TV revela a existência de um conflito entre o que os espectadores veem e o que gostariam de ver nas publicidades exibidas na televisão. Para 56% dos entrevistados, homens e mulheres, as propagandas na TV não mostram as brasileiras reais. Para a pesquisa, foram realizadas 1.501 entrevistas com homens e mulheres maiores de 18 anos, em 100 municípios de todas as regiões do país, entre os dias 10 e 18 de maio deste ano.

Na avaliação do diretor do Instituto Data Popular, Renato Meirelles, o distanciamento entre a representação da mulher feita nos comerciais e a realidade prejudica os anunciantes, que perdem o principal mercado de consumo. “A mulher quer uma comunicação que a inspire a melhorar um pouco mais de vida, mas não a deixar de ser quem ela é. E quando as empresas vendem um aspiracional que está longe de ser desejado e possível para essa mulher, ou ela se frustra ou simplesmente conclui que esse produto não é para ela e cria uma barreira em relação a ele” afirma ele.

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Midia Construtiva | GATE - Aliança Global para o Entretenimento Transformador

Gate é uma comunidade em desenvolvimento de profissionais criativos, técnicos e de negócios dos mundos do entretenimento, da mídia e das artes - e do público interessado - que percebem o papel vital e em expansão da mídia e do entretenimento na criação de nossas vidas, e de quem aspira transformar conscientemente esses domínios para o benefício de todos.

Gate é uma organização sem fins lucrativos que oferece conhecimentos valiosos e relevantes, recursos e serviços para uma ampla gama de profissionais da indústria de mídia, do entretenimento e das artes, para ajudá-los na transformação pessoal e na criação e distribuição de conteúdo que expresse uma visão de mundo transformadora.


 



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Midia Construtiva | “Breaking Bad” e as novas regras da televisão

Como a série criada por Vince Gilligan se tornou um exemplo impecável da mídia, antes demonizada, como forma de arte.

“Breaking Bad” é um exemplo impecável da televisão como forma de arte, competindo em um terreno antes exclusivo do cinema. A mídia televisiva, que por muito tempo foi demonizada como um viciante e alienador antro de programação popular e vulgar, se tornou na última década também sinônimo de cultura e entretenimento adulto de qualidade.

Bem, é verdade que a maior parte da TV ainda é recheada de realitys e programas de auditório de gosto duvidoso, mas, quando se fala em dramaturgia, estamos testemunhando uma inversão de papéis entre as emissoras e os estúdios de Hollywood.

Dois livros recentes –“The Revolution Was Televised” de Alan Sepinwall, e “Difficult Men” de Brett Martin – falam dessa revolução criativa e mercadológica que permitiu à TV ter o impacto cultural, o conteúdo autoral e os investimentos que antes eram dominados pelo cinema. Enquanto Hollywood tornou-se conservadora, tentando ser a prova de falhas com uma obsessão crescente por franquias e blockbusters, os canais de televisão assumiram um comportamento rebelde e arriscado.

Claro que números importam, mas as emissoras pagas decidiram que, muitas vezes, o buzz e a influência valem mais do que métricas quantitativas de audiência.  por Carlos Merigo

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Midia Construtiva | Suécia cria banca de jornal que permite impressão parcial de publicações

Em um mundo cada vez mais tomado por tablets e smartphones de todos os modelos possíveis e imagináveis, uma surpresa: os amantes da leitura no papel ainda não se extinguiram.

Dados da World Association of Newspaper mostram que mais de 2,5 bilhões de pessoas ainda leem jornais em papel ao redor do mundo, enquanto apenas 600 milhões preferem o formato digital. Ainda assim, as projeções sobre a data do desaparecimento dos veículos impressos multiplicam-se dia após dia.

Ainda não conseguimos prever o futuro, mas uma novidade vinda da Suécia trabalha com uma perspectiva bastante positiva (e consciente) para as bancas de jornais e revistas.

Estamos falando da Meganews, um projeto de banca automatizada que apresenta todas suas publicações em um visor digital, permitindo que as pessoas imprimam somente as seções de jornais ou trechos de revistas que lhe interessam e paguem proporcionamente com cartão de crédito.

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