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Neosociedade

                                                

Mudam as relações, mudam valores, muda a consciência. Somos uma nova sociedade, agora  capaz de conhecer e fotografar o Planeta Terra em tempo real.  Uma nova consciência planetária derruba fronteiras internas que nos separaram da fonte vital que nutre nossa existência. Novas expressões sociais vão além do fenômeno cultural e alcançam a esfera universal, por meio da diversidade  e da conexão entre  pensamentos, escolhas e realidades que passam a esculpir modelos inovadores de aprender, trabalhar, comercializar, interagir e viver.  São inúmeros os indícios do surgimento de uma nova sociedade menos egocentrada e mais biocentrada. Conecte-se você também com o Planeta inspirando-se pelos exemplos dessa seção.



Macrotransições | Free2Work

O aplicativo Free2Work fornece aos consumidores informações sobre como os produtos se relacionam com a escravidão moderna. Através do site, você pode aprender como suas marcas favoritas estão trabalhando para abordar o trabalho forçado e infantil.


Você pode acessar, adicionalmente, informações detalhadas sobre os problemas da indústria através do site do Free2Work, e você pode aprender mais sobre o tráfico e as cadeias de fornecimento através de nossos posts.

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Neosociedade | Geração Z mudará o mundo

Acabou o egoísmo, o narcisismoselfie, a obsessão pelo consumo e a passividade que isso acarreta. Há uma geração que quer salvar o mundo, mas ainda não sabe como. Nasceu ou cresceu em plena recessão, em um mundo fustigado pelo terrorismo, índices de desemprego galopantes e uma sensação apocalíptica provocada pelas mudanças climáticas. São mais realistas que seus irmãos mais velhos, indicam todas as consultorias de marketing (sempre preocupadas com seus futuros consumidores). Viram como seus antecessores desperdiçavam o tempo acumulando títulos universitários e mestrados para depois serem preteridos em entrevistas de trabalho por causa de sua excessiva qualificação. por Daniel Verdú (jornal El País)

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Neosociedade | Os sonhos da Geração Y, os Millennials

Nem ser chefe, nem ter uma carreira internacional. O que os jovens realmente querem para a própria trajetória é qualidade de vida. Pelo menos é o que mostra levantamento da Universum feito a pedido de EXAME.com.


Dos 23 países analisados pela consultoria em 2013, os jovens de 20 deles apontaram o equilíbrio entre a vida pessoal e profissional como o primeiro plano para a própria carreira. 

No Brasil, por exemplo, quase 60% dos entrevistados sonham com um emprego que garanta qualidade de vida. Mas não só. Eles também querem um trabalho estável e que ofereça um senso de propósito. 
Compilamos o ranking de metas e a expectativa do salário inicial médio dos jovens de cada país.

A estabilidade e o propósito na carreira também são alvos dos jovens brasileiros. Por aqui, o salário médio esperado após a faculdade é de cerca de US$ 1,8 mil (ou o equivalente a mais ou menos R$ 3,9 mil). por Talita Abrantes (revista Exame)

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Neosociedade | A pós-modernidade é um Renascimento ressignificado

O filólogo da Universidade de Leipzig Alfonso de Toro elenca as características da pós-modernidade, destacando o que ela conserva e supera na compreensão do humano e da sociedade contemporânea

Da ciência à política, das artes à filosofia, todo um conjunto de pensamentos colaborou para a emergência do Renascimento europeu. Para o filólogo da Universidade de Leipzig Alfonso de Toro, ao retomar perspectivas da cultura greco-latina, houve uma reinvenção do sujeito, trazendo o humano como centralidade do sistema. Neste ponto, o pesquisador enxerga similaridade com a própria pós-modernidade. “Ela se volta para trás – para a nossa cultura, a nossa civilização — e a coloca em questão, elimina uma série de tabus, de bases que são obsoletas, que são falácias, para abrir esta sociedade e coloca novamente o indivíduo no centro desse sistema”. E defende: “A pós-modernidade é um renascimento ressignificado”.

De Toro esteve na Unisinos participando do Ciclo de Estudos ‘Questão Pós’ nas Ciências Humanas - Pós-Estruturalismo, Pós-modernidade e Pós-colonialidade, organizado pelo Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais da universidade. Na ocasião, concedeu entrevista pessoalmente à IHU On-Line, em que aponta quatro características fundamentais que caracterizam a pós-modernidade: a superação dos conceitos de logos e de origem, a compreensão dos metadiscursos como construções, o descentramento do sujeito e a hibridez. por Ricardo Machado e Andriolli Costa (revista do Instituto Humanitas Unisinos) 

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Neosociedade | Os sintomas da atual economia alimentar

Livro propõe alternativas a uma indústria alimentar que padronizou dietas, disseminou agrotóxicos e “aditivos”, reduziu comida a consumo e não venceu a fome

O sistema alimentar moderno transformou radicalmente a estrutura social, econômica, política e cultural das sociedades. Inspirada na lógica industrial, os objetivos estão centrados numa economia de baixo custo e grande escala, projetada com tecnologia e eficiência para oferecer “mais por menos” ao consumidor final. Essa equação se traduz em mais produtos na prateleira a um preço cada vez menor de produção, que beneficia exclusivamente os grandes fabricantes e redes varejistas multinacionais.

Em Fim dos Alimentos (Editora Eevier), o jornalista norte-americano Paul Roberts descortina o cenário da economia alimentar, com um panorama inédito que reúne subsídios para compreender sintomas que vão da obesidade ao declínio das refeições preparadas em casa. Nutrida por desigualdade e injustiça, esta economia reproduz um ciclo tendencioso e vicioso, em que a demanda do consumidor, seus desejos e interesses implacáveis são utilizados como justificativa para manter um modelo de produção, consumo e distribuição questionável. por Juliana Dias (Outras Palavras)

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