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Repolítica

 A consciência da força e do protagonismo da sociedade emerge à luz de uma nova cidadania em rede, empoderada pela informação e mais vigilante do que está acontecendo nos sistemas de poder.  Uma política contaminada por interesses econômicos e manipulada por vantagens individuais tem uma queda vertiginosa em seu valor na opinião pública. No palco desse novo século, a potencialidade dos anônimos, dos poderes locais e do protagonismo de jovens lideranças  estão repolitizando movimentos sociais e criando novas relações de poder, como a Biopolítica, a Política 2.0, a Democracia Digital, entre outros conceitos  que trabalham vigorosamente pelo fim das hierarquias fossilizadas e ampliam a consciência coletiva de que todos podemos ser cocriadores de nossa própria história. Entre aqui, inspire-se  e adote o seu próprio modelo de fazer política.


Repolítica | Plataforma Brasil - Um jeito construtivo de fazer políticas públicas

A Plataforma Brasil tem como objetivo a construção coletiva de políticas públicas, propondo um espaço virtual para discutir e construir soluções para desafios públicos. Por meio da Plataforma, é possível conectar-se a ideias e redes, estimulando pessoas de diversos setores da sociedade a participar.

Os participantes são convidados a interagir de diversas formas, priorizando os desafios públicos que acham mais relevantes para a discussão e co-construindo soluções para problemas importantes. A Plataforma conta com ferramentas participativas e democráticas e uma metodologia para a construção coletiva de soluções de cada um dos temas tratados. por portal Plataforma Brasil

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Repolítica | Radiografia de um desafio à velha política

O Podemos, um partido-movimento pós-capitalista sacode a Europa. Que ideias o inspiram. Como se comunica e organiza. Quais suas contradições. Que fará se chegar ao governo

No início do ano acadêmico de 2008, Pablo Iglesias, um professor de 29 anos com um piercing na sobrancelha e um rabo de cavalo, cumprimentou seus alunos na faculdade de Ciências Políticas da Universidade Complutense, em Madri, convidando-os a se manter em suas cadeiras. A ideia era reencenar uma cena do filme Sociedade dos Poetas Mortos. A mensagem de Iglesias era simples. Seus alunos estavam ali para estudar o poder, e os poderosos podem ser contestados. Essa manobra era típica dele. Política, pensava Iglesias, não era algo a ser apenas estudado. Era alguma coisa que ou você fazia, ou deixava os outros fazerem por você. Como professor, ele era esperto, hiperativo e – fundador de uma organização universitária denominada Contra-Poder – ligeiro no apoio a protestos dos estudantes. Não cabia no perfil clássico de intelectual doutrinário da esquerda espanhola liderada pelos comunistas. Mas tinha clareza sobre quem culpar pelas enfermidades do mundo: o capitalismo irrestrito, globalizado que, na esteira de Ronald Reagan e Margaret Thatcher, havia se instalado como ideologia dominante do mundo desenvolvido. por Gilles Tremlett (The Guardian) - tradução: Inês Castilho 

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Repolítica | Bens comuns: da privatização à democracia real

Estudo revela: multiplicam-se iniciativas que mobilizam inteligência social para gerir serviços públicos, livrando-os da burocracia estatista e dos riscos de mercantilização

O setor público, a máquina do Estado, com os seus ministérios, secretarias, divisões de poder, direito público administrativo e outras heranças institucionais estão sendo pressionados pela chamada modernidade. É significativo que quase todos os países disponham hoje de ministérios ou departamentos de reforma administrativa, pois com a expansão das políticas sociais, a urbanização generalizada e o poder das novas tecnologias de informação e comunicação, os pontos de referência estão se deslocando radicalmente. Sentimos os arranjos institucionais existentes como congelados no tempo.

Bastante mais precário ainda, no entanto, é o referencial jurídico e administrativo das organizações da sociedade civil, e de forma geral emerge como desafio a dimensão participativa das nossas democracias. Quando vemos manifestações como as de junho de 2013 no Brasil, mas também mobilizações semelhantes nos mais variados países, com milhões de pessoas saindo à rua para fazer política – centrada nos protestos contra os bancos privados e Wall Street ou contra os governos, reclamando regulação financeira ou saúde e mobilidade urbana, ou ainda democracia na gestão dos recursos em geral – aparece claramente a fragilidade das correias de transmissão, digamos assim, entre as necessidades e interesses das populações e os aparelhos administrativos estatais. por Ladislau Dowbor (Outras Palavras)

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Repolítica | O segredo da Suécia para combater a corrupção

O que faz da Suécia um dos países menos corruptos do mundo? Entenda como desde a década de 70 só houve dois casos de corrupção política naquele país a nível nacional

Gunnar Stetler franze a testa, pisca duas vezes e contrai os músculos do rosto, como quem faz um cálculo extraordinário. Percorre os labirintos da memória durante uma longa pausa, e encontra enfim a resposta: nos últimos 30 anos, ele diz, foram registrados apenas dois casos de corrupção entre parlamentares e integrantes do governo na Suécia.

”Tenho apenas uma vaga lembrança”, diz Stetler. ”É muito raro ver deputados ou membros do Governo envolvidos em corrupção por aqui.”

Estamos no escritório abarrotado de arquivos e papéis do promotor-chefe da Agência Nacional Anti-Corrupção (Riksenheten mot Korruption), no bairro de Kungsholmen. A poucos passos dali, na mesma rua Hantverkargartan, fica a sede da temida Ekobrottsmyndigheten, a Autoridade Sueca para Crimes Financeiros. Com o sol de abril que enfim derreteu o gelo de mais um inverno, do outro lado da rua mães passeiam com seus carrinhos de bebê entre os túmulos do jardim da igreja Kungsholmskyrka, um hábito comum que se estende a vários cemitérios-parque da cidade. por Cláudia Wallin (portal Pragmatismo Político)

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Macrotransições | Plug-in informa quem financia candidatos às eleições

Desenvolvido em apenas 10 horas, o plug-in Quem Financia é uma extensão para Chrome que permite ao usuário visualizar dados de doações de campanha sempre que estiver lendo um texto sobre um candidato.

O plug-in faz uma varredura do conteúdo da página e consegue identificar nomes de candidatos à presidência e aos governos estaduais. A partir disso, ele destaca os nomes encontrados, deixando-os grifados em verde e com um cifrão na frente. Basta que o leitor passe o cursor do mouse sobre o nome destacado que uma janela aparecerá com as informações respectivas ao candidato. A extensão oferece dados sobre quem financia aquele político e traz ainda uma relação dos bens desse candidato.

Por interagir diretamente com a página no navegador, a extensão desconfigura a disposição do conteúdo de alguns sites como, por exemplo, o Facebook. Já em sites de notícias, o plug-in funciona muito bem. por Valdir Ribeiro Jr (revista Exame Info)

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